Eu não compreendia porque me tratavam daquela maneira…

Durante a minha infância sofri muito na escola, as críticas e preconceitos dos outros faziam parte da minha vida quotidiana.
“Ela não sabe vestir-se, não é fixe, não tem visual, é fraca…”, apenas alguns exemplos do que eu podia ouvir, acreditar e alimentar em mim mesma. Eu odiava-me a mim própria.
Eu não tinha amigos, não tinha segurança nenhuma em mim mesma e tinha falta de carácter, por isso todos se aproveitavam de mim.
Eu não compreendia porque me tratavam daquela maneira À medida que crescia, a situação foi piorando: para agradar, submetia-me a tudo o que me diziam ao ponto de ser insultada e ainda manter um sorriso no rosto.
Mas depois de chegar ao CDAU compreendi que ninguém é perfeito e que não se pode agradar a todos. Comecei a valorizar-me moralmente e emocionalmente.
Hoje sou muito feliz, acho-me bonita, tenho carácter e amigos fantásticos.
Cadidja Kinzonzi
Artigos relacionados
Jejum de Daniel rumo ao Monte Sião
Durante 21 dias, o Jejum de Daniel convida todos os que desejam renovar a fé e buscar o Espírito Santo. Uma oportunidade de colocar Deus em primeiro lugar e viver uma verdadeira transformação espiritual.
A perseverança da fé que conduz ao milagre
A verdadeira fé não desiste diante das dificuldades. Descubra como a perseverança abre caminho para o agir de Deus e para o cumprimento das Suas promessas.
Domingo do Resgate em toda a Universal
O reencontro que pode transformar a sua vida Há momentos na vida em que a alma sente o



